logo RCN

Verão aumenta risco de acidentes com animais peçonhentos

Nas obras da BR-285/RS/SC, medidas preventivas são adotadas para proteger trabalhadores e preservar a fauna local

O aumento das temperaturas e a maior frequência de chuvas durante o verão favorecem a incidência de animais peçonhentos, resultando em um maior número de encontros com serpentes, lagartas, aranhas e escorpiões. Nesse período, os casos de acidentes envolvendo esses animais costumam subir, o que torna a prevenção ainda mais essencial.

Nas obras de implantação e pavimentação da BR-285/RS/SC, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) orienta os trabalhadores a manterem os locais de trabalho limpos e organizados, além de utilizarem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados. O tema também é abordado nas atividades de educação ambiental e nos treinamentos das equipes.

Além disso, técnicos ambientais que acompanham as obras realizam o afugentamento seguro de animais peçonhentos, reduzindo riscos para os colaboradores e garantindo a preservação da fauna local.
Vale destacar que, embora perigosas, essas espécies desempenham um papel fundamental no equilíbrio ecológico, ajudando a controlar pragas e fornecendo venenos utilizados no desenvolvimento de medicamentos.

Para evitar acidentes, o Ministério da Saúde recomenda que em locais de risco, como áreas de mata e regiões alagadas, seja feito o uso de luvas de couro, botas de cano alto e perneiras. Também é importante evitar colocar as mãos em tocas ou buracos na terra. No ambiente doméstico, a prevenção inclui manter a casa e o entorno organizados, eliminando entulhos, madeira e materiais de construção, além de limpar cantos de paredes, atrás e dentro de armários e guarda-roupas, e rebocar paredes e muros para evitar esconderijos para esses animais. Outra medida é inspecionar roupas, calçados e toalhas antes do uso, diminuindo as chances de contato eventual.

Em caso de acidente, não se deve aplicar torniquetes (garrotes), fazer cortes na região da picada ou utilizar substâncias como folhas, pó de café ou couro de cobra. O ideal é procurar atendimento médico imediato. Para mais orientações, entre em contato como Centro de Informação e Assistência Toxicológica da sua região.

  • Rio Grande do Sul: 0800-721-3000
  • Santa Catarina: 0800-643-5252
Sem acordo com Governo Federal, questão da cota para captura da tainha para pescadores artesanais deve ser judicializada Anterior

Sem acordo com Governo Federal, questão da cota para captura da tainha para pescadores artesanais deve ser judicializada

Timbeenses podem dar destino correto em descarte de pneus Próximo

Timbeenses podem dar destino correto em descarte de pneus

Deixe seu comentário